Romeu Andreatta lidera ABIEP para fomentar segmento

Empresário Romeu Andreatta explica os movimentos de fomento para os esportes com prancha por meio da recém-criada entidade ABIEP.

por Alceu Toledo Junior, 10/08/2017
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Idealizada pelo empresário Romeu Andreatta, a ABIEP (Associação Brasileira da Indústria e dos Esportes com Prancha) é uma entidade que tem como objetivo principal fomentar e catalisar a indústria e entidades dos oitos esportes de ação do segmento boardsports: surf, skate, bodyboard, stand up paddle, wakeboard, snowboard, kitesurf e windsurf.

Presidente de honra da ABIEP, Romeu Andreatta, fundador das revistas Fluir e Almasurf, idealizador do consagrado Festivalma, maior evento de cultura do surf no mundo, segundo a conceituada revista Surfer, bem como criador da plataforma de inclusão Para Todos, fala aqui com exclusividade sobre o projetos e finalidades da entidade.

"Sou um profissional de fomento", diz o empresário, waterman praticante de surf, tow-in surf, kitesurf, snowboard, stand up paddle, natação, e que também é faixa-preta em jiu jitsu.

"Minha carreira foi marcada pela transformação e inspiração que as pranchas tem o poder de fazer com indivíduos no mundo todo. E este é o momento ideal para capitanear este projeto audacioso", relata Andreatta.

Quais os objetivos da ABIEP?

Catalizar o setor que reúne pelo menos 9 mil CNPJs entre indústria, varejo, serviços e terceiro setor, para institucionalizar um mercado que tem um PIB de R$ 10 bilhões e 30 milhões de brasileiros consumidores.

Como e por que surgiu a criação desta entidade?

Sou fundador de praticamente tudo neste segmento. E agora me senti preparado para este desafio: lutar pela consolidação de nosso mercado. Não temos, por exemplo, reconhecimento da profissão de shaper, um dos muitos absurdos de nossa realidade.

Como se sente neste desafio, sendo homem de mídia e live marketing?

Sou um profissional de fomento. Minha carreira foi marcada pela transformação e inspiração que as pranchas tem o poder de fazer com indivíduos no mundo todo. Agora vejo que os meus conhecimentos formam o profissional e este é o momento ideal para capitanear este projeto audacioso.

Quais os primeiros passos da entidade para fomentar os esportes de prancha?

Já temos uma plataforma focada em criar oportunidades de inclusão de simpatizantes que nunca tiveram a oportunidade de experimentar nenhum esporte com prancha.

Hoje, temos o surf Para Todos, com eventos gratuitos de inclusão no skate, stand up paddle, windsurf, kitesurf, bodyboard e wakeboard. São eventos que promovemos em todo o país já há cinco anos. Vamos compartilhar esta experiência com a ABIEP.

Nossa experiência na arte e cultura do segmento nos ajuda muito na divulgação deste nosso estilo de vida, um ativo sem preço que os esportes com prancha possuem.

De que maneira a entidade pensa em se solidificar e atingir um grande número de afiliados?

Vamos ser porta de entrada e conexão deste segmento para conhecimento e informações, e que com certeza fortalecerão o mercado, junto com associações, autarquias e órgãos governamentais que nos auxiliarão para, por exemplo, cadastrar e viabilizar nossa industria em feiras nacionais e internacionais.

Quais entidades no Brasil e no mundo inspiram o trabalho da ABIEP?

SIMA (Surf Industry Manufacturers Association), EUROSIMA (Association européenne des industriels des Actions Sports) e APICE Brasil (Associação pela Indústria e Comércio Esportivo).

E quais entidades no Brasil tem afinidade com a ABIEP?

SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas e APICE Brasil (Associação pela Indústria e Comércio Esportivo).

Quais políticas a ABIEP pretende adotar para inspirar e transformar um universo de 25 milhões de simpatizantes dos esportes com prancha?

Criar oportunidades de experiência com todos os esportes e unir fabricantes com consumidores direta e periodicamente via eventos regionais gratuitos.

Quais os benefícios oferecidos pela ABIEP aos afiliados?

Informações, conhecimento, credenciamento em eventos nacionais e internacionais, treinamento, financiamento, lugar por isenções fiscais e criar pólos industriais com estrutura para lidar com resíduos poluentes da fabricação dos equipamentos, principalmente pranchas.

Como a indústria, entidades e lideranças devem acioná-lo?

Por meio do email romeu@abiep.com.br 

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